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Automatizando as Desigualdades: entrevista com Virginia Eubanks

Entrevista com Virginia Eubanks, autora de Automating Inequality

Como os algoritmos, construídos por seres humanos, podem intensificar desigualdades? Em 2018, dois livros foram destaque nesse assunto. Um é Algorithms of Oppression, de Safiya Noble, sobre como os mecanismos de busca reforçam o racismo. Outro é Automating Inequality, de Virginia Eubanks. Como a automatização e o uso de algoritmos nos serviços públicos tem reforçado e acelerado desigualdades, com a vigilância e o perfilamento dos pobres?

Segundo Eubanks, a automatização dos serviços públicos começou nos anos 1960 nos Estados Unidos e intensificou-se nos últimos anos, criando uma aura de eficiência, objetividade e infalibilidade. Mas, na verdade, isso estaria criando uma versão digital das poorhouses no país, punindo as pessoas por serem pobres.

Quais os valores e crenças embutidos nos algoritmos? Como isso tem reforçado as desigualdades? Como confrontar essas lógicas? Eubanks, que é professora de Ciência Política da State University of New York, em Albânia, conversou com a DigiLabour sobre esses assuntos presentes em Automating Inequality. Confira abaixo em aúdio:

 

Digital Poorhouse

 

Automatização dos serviços públicos e intensificação das desigualdades

 

Noções de classe e classe trabalhadora em contexto de desigualdades automatizadas

 

Como desmantelar o digital poorhouse?

 

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